Agosto: confira as carteiras recomendadas para cada perfil

03/08/2022
notebook e caneta apoiados sobre papéis com  diversos tipos de gráficos e alguns dólares

No cenário internacional, o grande destaque do mês de julho foi o Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc), do Federal Reserve (Fed), o Banco Central Americano, anunciar a elevação de 0,75 ponto percentual (p.p.) na taxa básica de juros, para o intervalo entre 2,25% e 2,50%. O discurso do presidente do Fed na sequência da decisão, no entanto, foi considerado leve pelo mercado. Jerome Powell sinalizou que os juros já não estão mais expansionistas e que deve ir com cuidado agora para evitar um "erro" – interpretado como uma queda muito forte na atividade.

O PIB dos EUA caiu 0,9% no segundo trimestre e o país entra agora em recessão técnica. Já na Europa, o PIB da Zona do Euro cresceu acima das expectativas no segundo trimestre: 0,7% na comparação trimestral e 4% na comparação anual. Ao mesmo tempo, a inflação ao consumidor de julho ficou em 8,9% ao ano e esse crescimento mais forte com a inflação crescente sugerem que o Banco Central Europeu deve continuar aumentando as taxas de juros no segundo semestre, provavelmente mantendo o ritmo de 0,50 p.p.

No Brasil, o mercado de trabalho continua resiliente e a criação de empregos surpreendeu. O país criou 278 mil postos de trabalho em junho, segundo o Ministério do Trabalho.

O IPCA-15 - considerado uma prévia oficial da inflação - subiu 0,13% em julho, ligeiramente abaixo das expectativas do mercado. A deflação da energia elétrica compensou a alta pressão sobre os preços dos serviços.

E ONDE INVESTIR NESTE CENÁRIO?
As carteiras recomendadas representam a combinação sugerida pelos especialistas da XP mais a perspectiva atual do cenário macroeconômico, visando a busca por retornos maiores com determinado risco e volatilidade.

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IMPORTANTE: Recomendação de carteira não é garantia de rentabilidade futura.

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Foto: Depositphotos

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